A CANTIGA POPULAR “SE ESSA RUA FOSSE MINHA” GANHA UMA RELEITURA DE ORGANIC HOUSE/DOWNTEMPO

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A CANTIGA POPULAR “SE ESSA RUA FOSSE MINHA” GANHA UMA RELEITURA DE ORGANIC HOUSE/DOWNTEMPO


Você precisava, mas não sabia: pelas mãos de Goyanu, Xaxim, Reple e Iria, a faixa (quase centenária) ganha uma releitura eletrônica incrível 

“Se essa rua, se essa rua fosse minha, eu mandava, eu mandava ladrilhar”… dos babyboomers aos millenials, não há uma geração que não tenha sido embalada pela cantiga popular usada comumente para ninar. 90 anos após sua composição, os produtores Goyanu, Xaxim, Reple e Iria se reuniram para trazer uma interpretação inerente às sonoridades contemporâneas e suaves do Downtempo com muitas influências das melodias orgânicas do House — as novas versões chegam amanhã (22).

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Em Se Essa Rua Fosse Minha, os artistas trazem uma versão formulada a partir de camadas sintéticas detalhadamente acrescidas por instrumentações orgânicas e uma voz feminina de tom lento e ameno — o que sela o sentimento de nostalgia ao reconhecer a antiga música de ninar.

Mário Lago e Roberto Martins criaram a faixa popular em meados de 1930, que através da união de quatro forças do Downtempo e Organic House, ganhou uma releitura contrastante — mas que representa muito bem os tempos atuais e te entrega uma versão que você nem imaginava, mas precisava.

Goyanu modelou seu som a partir da mescla de instrumentos com ambiências sintéticas, desenvolvendo sonoridades naturais, leves e exóticas. O produtor está baseado na Alemanha há mais de 12 anos e retornou ao Brasil para uma tour especial — o que acabou propiciando à colaboração, que ganhou força com a junção de Xaxim, Reple e Iria.

Não deixe de ouvir a faixa amanhã, dia 22, quando chega nas principais plataformas digitais

Encontre Goyanu: Instagram | Spotify | Youtube | SoundCloud


 

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