O QUÊ A FESTA RARA TEM DE TÃO RARA E SINGULAR?

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O QUÊ A FESTA RARA TEM DE TÃO RARA E SINGULAR?


Te convidamos para mergulhar na singularidade da festa carioca que ocupará o topo da Cidade Maravilhosa neste sábado (29)

Um enaltecimento atencioso à Cidade Maravilhosa e sua efervescência cultural. Um ritual de exaltação às paisagens e histórias. Uma experiência onde a natureza, afetividade e a música impactam almas e corpos — transportando mentes para universos distantes e particulares. 

Diretamente do topo da Cidade Maravilhosa, mais precisamente do Morro da Urca, a Festa Rara retorna para mais uma edição em um dos pontos tido como um poderoso portal energético. Banhados pelos últimos raios do sol e pela luz do luar, a primeira edição da Rara será neste sábado, dia 29 de janeiro. Para pilotar a nave, o lendário e conhecido de longa data da festa Kevin Saunderson retorna para mais uma icônica apresentação, acompanhado por GuerrinhaLarissa JenningsRara DJ’s (Filipe Raposo e Bernardo Campos) e Tessuto, que formam o time de bordo.

Mas afinal de contas, o que dá esse tom de raridade à festa? Para compreendermos, é necessário recapitular algumas edições de um dos eventos mais benquistos do Rio de Janeiro. Em abril de 2015 aconteceu a primeira edição da Festa Rara, que levou Derrick Carter diretamente para o Alto da Boa vista. De lá para cá, algumas coisas mudaram, mas o apreço por trazer lendas da House Music (nacionais e internacionais) para embalar as paisagens do RJ e suas almas sedentas por música não mudou, mas evoluiu.

Ao longos desses 7 anos, o time de raros proporcionou momentos como Derrick May no gramado do Maracanã, o retorno de Miss Kittin ao Rio após 10 anos, Laurent Garnier na Fabrika, entre inúmeros outros. “A Rara nasceu com um intuito de resgatar. Primeiro de tudo trazendo nomes pioneiros da música eletrônica fora do circuito do hype, sempre com lendas como Derrick Carter, Moodymann, Laurent Garnier, Miss Kittin, entre vários medalhões que já passaram pela nossa cabine. Segundo, resgatar a essência de excelentes festas que já existiram no Rio como Delírio e MOO na época das casas Franklin, com bom serviço, estética underground e line ups excelentes. A festa também tinha o intuito de tirar de casa a ‘velha guarda’ do House carioca. No início era apenas para 500 pessoas” lembra Bernardo Campos, um dos “raros”.

Entre festas com o Aeroporto Santos Dummond ao fundo e a primeira ocupação do Morro da Urca para uma festa ao pôr do sol, a Rara desencadeou uma série de vivência díspares pela Cidade Maravilhosa — e que não ficou só no âmbito privado, visto que em 2020, em pleno Circo Voador, o Carnarara abriu as portas para o grande público em um evento gratuito trazendo Seth Troxler ao RJ mais uma vez, acompanhado por gigantes como Maurício Lopes.

As experiências ressaltadas já contextualizam e explicam o nome de batismo da festa, mas vale ressaltar que a atenção aos mínimos detalhes, desde a comunicação criativa e afetiva ao soundsystem, iluminação e decoração também são aspectos que fazem o time honrar o nome da Festa Rara.

“Nossa primeira festa do ano vai ser mais uma vez no Morro da Urca, cartão postal da cidade e local onde tivemos duas outras excelentes edições, a primeira com Moodymann e a segunda com Tiga. Dessa vez mais uma lenda de Detroit como headliner, Kevin Saunderson. Ele estava bookado antes da pandemia estourar no mundo, então estamos esperando esse set acontecer há quase 2 anos, grandes e maravilhosas expectativas”, comenta Campos sobre a primeira decolagem de 2022 da Rara.

A tripulação para essa edição já está formada, mas não deixe de acompanhar os conteúdos gerados pelo time de raros para entender melhor essa energia. Vale acompanhar também o Instagram da Rara e ficar de olho para não perder as próximas edições. Enquanto isso, deleite-se com uma das playlists da festa.



 

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