CUROL LANÇA ‘QUER SAMBAR’, UMA RELEITURA DO CLÁSSICO ‘ESSA NEGA SEM SANDÁLIA”

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CUROL LANÇA ‘QUER SAMBAR’, UMA RELEITURA DO CLÁSSICO ‘ESSA NEGA SEM SANDÁLIA”


 Música é uma parceria com os produtores Classic Machine e Nivek

A DJ e produtora Curol se une a Classic Machine e Nivek no lançamento da releitura do clássico ‘Essa Nega sem Sandália’, de Caco Velho e Jadir de Castro e transformam o samba icônico dos anos 60 na música ‘Quer Sambar’, um Tech House com influências de Tribal e Future Rave feito para a pista, recheado de groove e malemolência, que já está disponível em todas as plataformas de streaming.

“Fui a última a trabalhar na track, o Classic iniciou o projeto e trouxe pra música o vocal, que é tão emblemático; o Nivek criou o bass com esse groove absurdamente dançante e eu finalizei com toda a base da bateria. Acho que essa música tem tudo a ver com o verão, com esse ar de alegria que estamos vivendo com a volta dos eventos e o carnaval que aponta logo ali, no fim do túnel! (hehehe)”

Em sua busca recorrente por originalidade e personalidade nas produções, Curol tem atraído a atenção de gigantes: de outubro pra cá, ela entrou para a seleta lista ‘The Future of Dance’, um grupo de 60 artistas mulheres e POC (people of color) selecionados a dedo pela curadoria da respeitada 1001Tracklists, além de ter sido indicada para um dos prêmios mais importantes da música brasileira, o WME Awards.

“Quando eu soube dessas indicações, eu preciso confessar que de imediato eu não entendi muito bem a importância que isso tinha. Passado o susto (risos), eu fui absorvendo conquista por conquista e fui conseguindo ter a dimensão de tudo. Eu me sinto honrada por poder, de alguma forma, representar todas as outras mulheres que estão no mercado e que ainda não tiveram o reconhecimento que merecem. Isso é muito forte e especial pra mim.”

Atenta a todos os aspectos relacionados à sua carreira, Curol conta um fato curioso sobre a ilustração que dá cara à capa de ‘Quer Sambar’: “São várias coisas interessantes que aconteceram com essa faixa… eu estava numa reunião com a minha equipe e falamos sobre buscar uma arte de capa que falasse por si só. Eu logo lembrei do trabalho da Luiza Maza, que produz telas em giz pastel e inclusive já ilustrou outro lançamento meu, e imediatamente sugeri essa capa que estamos usando. A surpresa foi que, alguns dias depois, nós recebemos as fotos do presskit novo e uma delas tem as mesmas cores, a mesma pegada e o mesmo mood da ilustração! Tudo pelo acaso, que eu sempre acredito que tem uma razão mais forte por trás.”

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